Psicoterapia de orientação cognitivo-comportamental à adolescentes, adultos e terceira idade, com foco em Programação Neurolinguística e Neurociências. Psicodiagnóstico, Psicoterapia, Orientação Vocacional, Coaching Emocional Humanizado de Vida e de Carreira, Treinamentos/Palestras Comportamentais, e Consultoria Organizacional.
Tratamento clínico de baixa autoestima, insegurança, Transtornos do Desenvolvimento, Doenças Psicossomáticas, Depressão, Transtornos de Ansiedade, Fobias, Medos, Traumas, Transtorno obsessivo-compulsivo, Síndrome do Pânico, Stress, Transtornos Alimentares, e Distúrbios de autoimagem.
No início deste mês, Michaela Vicare, Liliane Ribeiro e eu estivemos presentes no grande evento da área de gestão HSM ExpoManagement, buscando e adquirindo conhecimento, para nós mesmas e para a P8 Desenvolvimento.
Lá assistimos à palestra do psicólogo e coach João Cordeiro, conhecido como um “accountability evangelist, uma espécie de missionário da ‘responsabilidade’: o centro de tudo é a sabedoria em tomar para si a responsabilidade”. Muito interessante o assunto apresentado pelo palestrante, que nos faz refletir sobre o quanto assumimos ou não a responsabilidade sobre tudo.
Cordeiro define accountability como virtude, algo que precisa ser adquirido, vivenciado, aprimorado. Seu oposto é a “desculpability”, que se resume nos nossos mecanismos de defesa. “Nascemos com a desculpability”, diz Cordeiro. “Projetamos no outro as nossas responsabilidades.”
Pouco adiante, Cordeiro nos deu mais umas dicas para melhor entendimento do tema: “Um time com alto nível de accountability não combina com melindres, mas com transparência, colaboração genuína, respeito”. Segundo o psicólogo, as pessoas têm de assumir quando não sabem algo e que precisam de ajuda, de treinamento.
Realmente muito interessante o conceito “accountability”. Pois bem. O Cordeiro nos passou 8 regras básicas para se montar uma equipe de accountability. Vamos lá?!
E, então, como está o seu nível de responsabilidade e o de seus colegas de trabalho, sua equipe: no accountability ou desculpability?
Por Mônica Trevisan